sexta-feira, 14 de junho de 2013

Estudo da Hidrografia


Bacias hidrográficas são regiões geográficas formadas por rios que deságuam num curso principal de água. Os rios são fundamentais para manutenção da vida e atividades econômicas em uma cidade, irrigando terras agrícolas, abastecendo reservatórios de água urbanos, fornecendo alimentos e produzindo energia elétrica.
No Brasil geralmente os rios têm origem em regiões não muito elevadas, com exceção do rio Amazonas e alguns de seus afluentes que nascem na cordilheira dos Andes.

 Pesquisa realizada por : Joyce Cristina

Estudo da Vegetação


O clima influência a vegetação e por isso a diversidade de climas propicia também que o Brasil tenha vegetação exuberante e variada, formando biomas – que é a classificação utilizada pelos biólogos para caracterizar principalmente tipos específicos de vegetação. Segundo dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e estatística, o Bioma Amazônia e o Bioma Pantanal ocupam juntos mais de metade do território brasileiro.


Pesquisa realizada por : Joyce Cristina

Estudo do Clima

Para entender melhor esse processo vamos estudar também a variação climática do Brasil:
Por ter diversidade nas formas de relevo, altitude e dinâmica das correntes e massas de ar, encontramos também grande variedade de clima. Para classificar um clima, os pesquisadores consideraram fatores como: temperatura, umidade, massas de ar, pressão atmosférica, correntes marítimas e ventos, entre outras características. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se a criada pelo estudioso Arthur Strahler, que se baseia na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar. Veja abaixo a classificação dos climas no Brasil:


Clima Subtropical: presente na região sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por verões quentes e úmidos e invernos frios e secos. Chove muito nos meses de novembro a março. O índice pluviométrico anual é de, aproximadamente, 2000 mm. As temperaturas médias ficam em torno de 20º C. Recebe influência, principalmente no inverno, das massas de ar frias vindas da Antártida.
 
Clima Semi-árido: presente, principalmente, no sertão nordestino, caracteriza-se pela baixa umidade e pouquíssima quantidade de chuvas. As temperaturas são altas durante quase todo o ano.

 Clima Equatorial: encontra-se na região da Amazônia. As temperaturas são elevadas durante quase todo o ano. Chuvas em grande quantidade, com índice pluviométrico acima de 2500 mm anuais.

Clima Tropical: temperaturas elevadas, presença de umidade e índice de chuvas de médio a elevado.

Clima Tropical de altitude: ocorre principalmente nas regiões serranas do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Serra da Mantiqueira. As temperatura médias variam de 15 a 21º C. As chuvas de verão são intensas e no inverno sofre a influência das massas de ar frias vindas pela Oceano Atlântico. Pode apresentar geadas no inverno.

Clima Tropical Atlântico: presente, principalmente, nas regiões litorâneas do Sudeste, apresenta grande influência da umidade vinda do Oceano Atlântico. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40°C) e amenas no inverno (média de 20º C). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nestas áreas. 

  Pesquisas realizadas por : Joyce Cristina

Mapas do Brasil


                     Como se forma o mapa de um país?
Para que possam ser feitos estudos mais detalhados sobre os diversos aspectos de um país é preciso dividi-lo em regiões, e no caso do Brasil, que é imenso e rico em recursos naturais, esse estudo e caracterização das regiões é extremamente importante. A esse tipo de divisão damos o nome de divisão política e administrativa, que no caso do Brasil nem sempre foi a mesma. Para lembrarmos um pouco da história, nosso país já teve divisões por donatarias, capitanias hereditárias, províncias e finalmente formaram-se os estados e municípios que conhecemos até hoje.
Quem elabora essa divisão é o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com o objetivo principal de viabilizar a agregação e a divulgação de dados estatísticos.
Como houveram grandes transformações no espaço brasileiro entre as décadas de 50 e 60, uma nova divisão em macrorregiões foi elaborada em 1970, definindo as seguintes regiões: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que permanecem em vigor até o momento. Nessas regiões estão distribuídos os 26 estados.

                                            Estudo do relevo
Um aspecto importante a ser estudado é o relevo. Uma das primeiras classificações do relevo brasileiro, identificou oito unidades e foi elaborada na década de 1940 pelo geógrafo Aroldo de Azevedo. No ano de 1958, essa classificação tradicional foi substituída pela tipologia do geógrafo Aziz Ab´Sáber, que acrescentou duas novas unidades de relevo. Mas essa ainda não foi a definitiva... A classificação aceita atualmente foi elaborada em 1995, pelos estudos do geógrafo e pesquisador Jurandyr Ross, do Departamento de Geografia da USP. Seu estudo fundamenta-se no grande projeto Radambrasil, que tirou várias fotos da superfície do território brasileiro, através de um sofisticado radar acoplado em um avião. Jurandyr Ross estabelece 28 unidades de relevo, que podem ser divididas em planaltos, planícies e depressões. Observe o que representam cada uma delas:
Planaltos: superfícies com elevação e aplainadas , marcadas por escarpas onde o processo de desgaste é superior ao de acúmulo de sedimentos.
Planícies: superfícies relativamente planas, onde o processo de deposição de sedimentos é superior ao de desgaste.
Depressão Absoluta: região que fica abaixo do nível do mar.
Depressão Relativa: fica acima do nível do mar. A periférica paulista, por exemplo, é uma depressão relativa.
Montanhas: elevações naturais do relevo, podendo ter várias origens , como falhas ou dobras.



  Pesquisas realizadas por : Joyce Cristina 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Atlas Geográfico

Atlas Geográfico é o nome que se dá a uma coleção de mapas das várias áreas da Terra ou de uma região específica, porém atualmente  podendo tratar-se também de mapas de outros planetas e corpos espaciais em geral. Estão disponíveis geralmente em formato de livro ou multimídia, e tratam dos aspectos geográficos, históricos, políticos e sociais das áreas que cobrem.

O primeiro a utilizar o nome atlas  referindo-se a uma coleção de mapas é o cartógrafo flamengo (de Flandres, na atual Bélgica)Gerardus Mercator, no século XVI. Ele fazia referência ao mítico rei Atlas da Mauritânia, reino bérbere que compreendia parte do norte dos atuais Marrocos e Argélia. Rei Atlas teria sido um distinto filósofo, matemático e astrônomo responsável pela confecção da primeira projeção do globo terrestre.
importante  notar que o nome de Mercator não é conhecido apenas por tal distinção, mas acima de tudo por ter projetado a mais popular versão de mapa-múndi desde sempre – a Projeção De Mercator  – ainda hoje utilizada frequentemente em livros de todas as espécies, incluindo atlas escolares e representações virtuais como o Google Earth.
Isso apesar dos erros que apresenta, em especial o fato de “achatar” e “esticar” as áreas mais distantes da Linha do Equador. Tome-se como exemplo o tamanho atribuído à ilha da Groenlândia  que apesar de ter cerca de 1/4 do tamanho do território do Brasil, surge na projeção de Mercator como tendo praticamente o mesmo tamanho deste (a Groenlândia possui pouco mais de 2 milhões de quilômetros quadrados de território, enquanto que o Brasil possui pouco mais de oito e meio).Tais distorções são compreensíveis e até certo ponto inevitáveis, parte do desafiador processo de tentar representar em dimensão plana (a do mapa) um corpo originalmente em formato esférico (o globo terrestre).
Mais recentemente, em 1855, o clérigo escocês James Gall produziu um mapa-múndi que procurava corrigir as distorções da projeção de Mercator; seu trabalho foi revivido pelo alemão Arno Peters em 1973, atingindo certa popularidade com o nome de “Projeção Gaal-Peeters “. Porém, a versão de Mercator para a representação plana do globo terrestre é ainda a mais popular, sendo a que todos reconhecem no dia-a-dia.
Podemos classificar os diversos atlas existentes em:
a) de acordo com sua extensão
1.  espaciais ou exoterrestres
2.  universais ou mundiais;
3.  nacionais
4.  regionais
5.  distritais
6.  locais
b) de acordo com a natureza da informação
1.  geográficos
2.  temáticos
c) de acordo com o suporte
1.  impresso em papel
2.  mídia eletrônica

Basicamente um atlas tem sua utilidade na medida em que oferece uma síntese completa e eficiente da realidade das área tratada, em seus vários aspectos (econômico, físico, social, geopolítico, entre outros). Torna-se desse modo um compêndio de conhecimentos sobre o local abordado.

Pesquisa Realizada Por:Mayara Cristina 

As Diferentes Escalas

  As  Diferentes Escalas
·          
As Escalas representam, de forma gráfica, um mapa e a realidade do espaço geográfico real, com isso os mapas podem utilizar duas escalas, numérica ou gráfica.

Escala numérica: É representada em forma de fração 1/10.000 ou razão 1:10.000, isso significa que o valor do numerador é o do mapa e o denominador é o valor referente ao espaço real.

Ex: 1:10.000, cada 1 cm no papel (mapa) corresponde a 10.000 cm no espaço real.

Escala Gráfica: Representa de forma gráfica a escala numérica.Cada unidade da escala, ou seja, 1 cm representa 50 km no espaço real.


Assim como os mapas servem para localização e orientação, existem outros instrumentos, vamos analisar especificamente a Rosa dos ventos, conhecida como Pontos cardeais, colaterais,subcolaterais e intermediários.
 


Pontos cardeais

Norte (N)
Sul (S)
Leste (L)
Oeste (O)

Pontos Colaterais

Noroeste (NO)
Nordeste (NE)
Sudoeste (SO)
Sudeste (SE)

Pontos Subcolaterais

Norte-Nordeste (NNE)
Norte-Noroeste (NNO)
Leste-Nordeste (LNE)
Leste-Sudeste (LSE)
Sul-Sudeste (SSE)
Sul-Sudoeste (SSO)
Oeste-Sudoeste (OSO)
Oeste-Noroeste (ONO)

Pontos intermediários: Sem notação específica, é o ponto intermediário entre S (Sul) e SSO (Sul-Sudoeste), por exemplo.

Pesquisa Realizada Por :Mayara Cristina

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Carta,mapa e planta'


CARTA : ” Representação dos aspectos naturais e artificiais da Terra, destinadas a fins práticos da atividade humana, permitindo a avaliação precisa de distâncias, direções e a localização geográfica de pontos, áreas e detalhes ; representação plana, geralmente em média ou grande escala, de uma superfície da Terra, subdividida em folhas, de forma sistemática, obedecido um plano nacional ou internacional. Nome tradicionalmente empregado na designação do documento cartográfico de âmbito naval. É empregado no Brasil, também como sinônimo de mapa em muitos casos”
MAPA : ” Representação gráfica, geralmente em uma superfície plana e em determinada escala das características naturais e artificiais terrestres ou subterrâneas, ou, ainda, de outro planeta. Os acidentes são representados dentro da mais rigorosa localização possível, relacionados, em geral, a um sistema de referência de coordenadas. Igualmente uma representação gráfica de uma parte ou total da esfera celeste”.
PLANTA : ” Representação cartográfica, geralmente em escala grande, destinada a fornecer informações muito detalhadas, visando, por exemplo, ao cadastro urbano, a certos fins econômico-sociais, militares, etc”
 Pesquisado por : Mayara Cristina